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Sustentabilidade para o setor de energia – a grande aposta do século XXI

Publicado 24 de setembro de 2019 às 07:22

Um dos grandes desafios do setor de energia é estar de acordo com a sustentabilidade, uma vez que, além das vantagens econômicas, há a questão do combate ao aquecimento global e a crescente necessidade da busca por fontes alternativas de energia.
Diante deste cenário, o Brasil se destaca por apresentar 42,3% de sua matriz energética como fontes renováveis, com uma estimativa de elevar para 85% em 2021, de acordo com o Ministério de Minas e Energia. Em países industrializados, esse tipo de fonte corresponde a apenas 13% da energia produzida, enquanto nações em desenvolvimento apresentam apenas 6%. Por conta disso, o governo brasileiro, por meio do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2020, assumiu que, em prol do crescimento econômico do país, a sustentabilidade é a chave para a expansão de atividades de geração de energia elétrica.
A estratégia para isto se baseia principalmente nas negociações internacionais sobre mudanças climáticas, já discutidas na COP-15, que instituiu a Política Nacional sobre Mudança do Clima. Quanto a isto, estabeleceu-se a meta de redução de até 38,9% das emissões de gases de efeito estufa, projetadas para 2020. De acordo com a PDE, para alcançar este objetivo será preciso aumentar a eficiência energética no incremento do parque instalado de hidroeletricidade e fontes alternativas de energia elétrica – incluindo as PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), além de avaliar áreas de expansão da cana necessárias para o aumento do volume de biocombustíveis e diminuição dos combustíveis fósseis.
As apostas são grandes: a Eletrobras está disposta a vender 59 projetos de geração eólica, atraindo interesse da Shell, que investirá um total de US$ 1,5 bilhão nos próximos anos. O governo federal, em 2015 já havia lançado o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD), com o objetivo de que, até 2030, o Brasil gere energia equivalente a metade da hidrelétrica de Itaipu – cerca de 48 milhões de megawatts-hora, por meio de painéis solares instalados em casas, prédios públicos e empresas.

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Eficiência Energética na Construção Civil

Você sabe o que precisa para criar um projeto seguro e com maior eficiência energética em construções civis, como prédios residenciais e comerciais? Cabos isentos de halogênios. Sem dúvida, são a melhor escolha, principalmente para proteger os prédios de possíveis situações de incêndio, uma vez que quando não são isentos de halogênio, podem intoxicar e transformar a fumaça ainda mais densa, causando um mal ainda maior às pessoas.
Por isso, cabos elétricos livres de halogênio são a melhor solução. Condutores com esta proposta trazem os seguintes benefícios:
#1 Menor emissão de gases
A fumaça do fogo já é tóxica o bastante. Cabos isentos de halogênios previnem que, em situações de incêndio em estruturas fechadas, seus componentes não liberem toxinas altamente prejudiciais à saúde e que se acumulam por conta da falta de saídas de ar.
#2 Maior segurança
Cabos isentos de halogênio nos quais a matéria prima do isolante é feita de cloro, garantem a não propagação de chamas e autoextinção do fogo, o que preserva a conservação dos bens do imóvel em casos de incêndio.
#3 Instalação conforme as normas
Os cabos isentos de halogênio da Cordeiro Cabos Elétricos são desenvolvidos com alta flexibilidade e resistência, o que facilita a instalação como um todo. Além disso, obedecem a norma ABNT-NBR 13248.
A Cordeiro Cabos Elétricos possui a sua linha livres de halogênios, apresentando o Cabo Cortox. Produzimos essa linha nas tensões 750 V e (0,6/1 kV), nas seções 1,5 a 630 mm² (singelos) e 2×1,5 mm² a 4×120 mm² (múltiplos), com composto termofixo HEPR 90°C.
Confira as demais especificações.

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A nova visão dos empreendedores sobre responsabilidade social

O empreendedor é por natureza a pessoa que enxerga a oportunidade de negócio em diferentes ramos e setores da indústria. Mas, de alguns anos para cá, ele vem descobrindo que pode conseguir bem mais que sucesso empresarial. Ele descobriu que através de seu trabalho, também pode ajudar o próximo.
Além de investir em métodos sustentáveis dentro do próprio negócio, os empreendedores do século XXI também vem investindo e incentivando outro ponto importante no ramo dos novos empreendimentos: a responsabilidade social.
A responsabilidade social nasce em empresas que se preocupam com o impacto externo que elas causam no bairro onde estão inseridas ou no meio ambiente, por exemplo. Este tipo de empreendedor não visa somente o crescimento financeiro, mas sim a melhoria na qualidade de vida do próximo, seja ele funcionário ou não.
O empreendedorismo social está presente nas ações que desenvolvem o coletivo, quando elabora bem os serviços voltados à comunidade, quando busca foco para a solução de problemas sociais e também o resgate e a inclusão de pessoas em situação de risco social.
Um ótimo exemplo sobre o assunto é como a própria Cordeiro Cabos Elétricos investiu no Instituto Melo Cordeiro, que tem como foco principal fazer com que as pessoas se sintam orgulhosas e pertencentes ao local e bairro em que vivem, para que assim tenham uma sensação de inclusão cada vez maior.
Mas não podemos confundir responsabilidade social com filantropia, viu? Apesar de serem atitudes bem parecidas, já que ambas têm como principal intenção fazer bem ao próximo, elas são ao mesmo tempo bem diferentes.
Responsabilidade social se caracteriza principalmente pelo aprendizado e pela construção de um crescimento, para que o indivíduo se sinta inserido no local em que vive, sem ligação alguma com a empresa que oferece essa oportunidade.
Já a filantropia é o ato de fazer bem ao próximo oferecendo algo para ele, seja bem material ou não, em locais como igrejas, escolas, entre outros. Ou seja, criando um vínculo entre quem está ajudando e quem está sendo ajudado.
A Cordeiro Cabos Elétricos tem prazer em ser uma das empresas que se preocupam em fazer bem aos funcionários e a comunidade em que está inserido através dos planos de responsabilidade social.
Juntos somos mais fortes!

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Ecoponto na Cordeiro, a solução da coleta seletiva.

Um dos principais problemas enfrentados pelas grandes empresas é a coleta seletiva. Companhias de grande porte produzem quantidades enormes de resíduos, por conta de seu elevado número de colaboradores e por suas produções em larga escala.
O que muitas dessas empresas não sabem, ou não se preocupam, é sobre o fator dos resíduos recicláveis. É possível conciliar a grande produção de lixo e a entrega voluntária de entulhos com um sistema de coleta seletiva, sendo uma dessas soluções o Ecoponto.
Já utilizado pelas prefeituras das capitais brasileiras, os Ecopontos nada mais são do que pontos de coleta seletiva em que é possível realizar a separação e o correto remanejamento de resíduos recicláveis.
Visando adotar um posicionamento que melhore ainda mais nosso descarte correto de entulho, a Cordeiro Cabos Elétricos criou um Ecoponto exclusivo, em que é descartado diversos tipos de materiais recicláveis para que eles tenham um destino que não prejudique de qualquer forma o meio ambiente.
Se todas empresas e organizações se dispuserem a realizar práticas similares, podemos construir uma cultura ecológica, que vise a eficiência no ambiente produtivo e a saúde do planeta.
Juntos somos mais fortes.

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Norma NBR 6524: garantindo a qualidade dos nossos produtos.

Para oferecer produtos de excelência a Cordeiro Cabos Elétricos segue uma série de normas que norteiam o nosso sistema de qualidade e garantem que os nossos cabos façam parte dos melhores do mercado.
Recentemente, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) passou a exigir que os fios e cabos de cobre NU seguissem a norma NBR 6524.
O que é esta norma?
A NBR 6524 é a normatização que impede que os fios condutores em cobre sejam comercializados sem o seguinte padrão:
A NBR 6524 é a especificação que especifica e padroniza a fabricação fios condutores em cobre NU e dentre eles a mais recente revisão exige o seguinte padrão:
– Formação de sete fios: no momento de aquisição do cabo é importante verificar se o mesmo é formado por sete fios. Caso contrário o cabo não é considerado um bom item para utilização.
– Existem cabos de cobre nu com 19, 37 e 61 fios!
– Uma fita gravada com a identificação da empresa: esta é uma exigência desta nova revisão da NBR 6524 que começou a ser aplicada somente em outubro de 2017. A partir de agora todos os cabos de cobre NU devem estar devidamente nomeados e passam a ser qualificados como cabos de excelente qualidade. Já os que não seguirem tais especificações serão considerados como cabos desbitolados.
Vale ressaltar que a Cordeiro é uma das primeiras empresas do segmento a aderir a esta normatização na produção de seus cabos de cobre NU.
Qual a importância da NBR 6524?
Os cabos de cobre NU são utilizados em linhas aéreas de transmissão e distribuição de energia elétrica e aterramento, por isso, é extremamente importante que eles sejam da mais alta qualidade, para que os seus projetos sejam realizados com a qualidade que você merece.
Acompanhe os posts do nosso blog e das nossas redes sociais para saber cada vez mais sobre os nossos produtos.

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A importância dos profissionais do setor de energia elétrica

Consegue imaginar a vida sem energia paracarregar o celular, tomar banho, trabalhar ou se divertir?

A energia elétrica é fundamental para o desenvolvimento dasnossas atividades, seja de trabalho, educação ou lazer. O uso da energiaelétrica é tão comum e necessário em nosso cotidiano que nos vemos perdidosquando ela falta, e quando isso acontece, mesmo que por alguns minutos, ouhoras, muita coisa literalmente para. O servidor desliga, a linha de produçãofica parada, o chuveiro não esquenta e a luzes se apagam. Para que não fiquemossem ela, as empresas de distribuição, transmissão e geração de energia realizamdiversos estudos e planos de investimentos para melhorar ou solucionarquaisquer problemas do sistema elétrico.

O que está por traz disso? Pessoas que estudam, estruturam,projetam e realizam todos os processos necessários para que não falte energiaelétrica à população.

Graças a esses profissionais, as máquinas não param, os computadores funcioname os transportes nos permitem ir e vir.  Porexemplo em São Paulo, todos os dias cerca de 8 milhões de pessoas utilizam ostrens e metrôs para deslocarem-se. Contudo, muitas vezes, os usuários do metrônão imaginam a quantidade de profissionais que durante a noite realizammanutenções para que o serviço possa funcionar normalmente no próximo dia. Amesma coisa nas companhias elétricas, que muitas das vezes, realizammanutenções e reparos durante a madrugada para que a população não sejaprejudicada com a falta de energia.

Muitas questões e necessidade de soluções surgem no dia adia desses profissionais. Para executar as tarefas com a agilidade eassertividade que o setor de energia exige, os profissionais devem ser altamentequalificados. Devem saber quais são as ferramentas disponíveis para cadaatividade, como e quando utilizá-las, identificar indicadores e os propósitosde cada ação. Mas não é só isso, devem conhecer também o sistema no qual estãoinseridos, as regras, normas e a legislação que regula o setor elétrico, assimcomo qual o papel de cada um dos agentes do setor, como ANEEL, ONS, EPE, MME, eo que significam as tantas siglas que definem o sistema, como DEC, DIC, FIC,ICC, DRP, DRC, TMA, GD, SFCR, UHE, UTE, SE, entre outras. O profissional daárea é tão necessário que a especialização do mesmo virou curso universitário. Claramente,observamos a todo momento a necessidade de tê-los.

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Os principais desafios para o setor de energia em 2019

Para o mercado de energia, os dados representam grandes avanços: atualmente, fontes renováveis atingem o marco de 86% da matriz elétrica brasileira, sendo que a hidrelétrica representa 80% e eólicas e fotovoltaica 5%.

 

Isso demonstra o quanto investir em fontes renováveis é uma boa recomendação, levando ainda em consideração os últimos dados divulgados pela ANEEL sobre a geração distribuída da fotovoltaica, que já ultrapassou a marca de 500MW de conexão, um número 200% superior ao volume de 2017. Este crescimento continuará em progressão, de acordo com especialistas e como já demonstramos aqui.

 

Com a população atingindo mais de 200 milhões de habitantes só em março do ano passo, segundo o IBGE, temos dados do Boletim Técnico – Carga e Mercado – Síntese 2017 que demonstram uma geração média de 65.585 MW, representando um crescimento de 1,5% no ano. Por conta disso, será necessário um setor muito mais dinâmico e em expansão nos próximos anos para acompanhar o crescimento do país. .

 

Já em termos regulatórios, a criação da Agência Nacional de Mineração veio com regras de fiscalização e normatização desafiadoras, mas espera-se que empresas aproveitem o avanço regulatório, com o aperfeiçoamento das tecnologias, custo decrescente da digitalização e a maior conectividade de dispositivos para melhorar a competitividade e ampliar os diferenciais das empresas no setor.
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A nova onda da sustentabilidade no ramo energético

Instalações renováveis vêm ganhando força a cada ano. Você já ouviu falar delas?
A fabricação de instalações fotovoltaicas tem crescido exponencialmente nos últimos anos, percebeu-se isso de 2001 a 2015, dobrando a quantidade a cada 2 anos. Sustentabilidade tornou-se um fator muito importante, devido à preocupação com o meio ambiente e também, com as finanças, já que uma instalação fotovoltaica promove o benefício de se conseguir energia de maneira econômica e inteligente no mundo moderno. Mas, o que é energia fotovoltaica? Como ela funciona? Energia fotovoltaica, nada mais é, do que uma energia obtida pela conversão da luz em eletricidade, que é captada pela célula fotovoltaica. Esta célula é um dispositivo fabricado com material semicondutor, geralmente composto por silício, que junto ao painel fotovoltaico, convertem a luz solar em energia renovável. Nessa instalação é necessário utilizar também um cabo fotovoltaico, que é capaz de conduzir essa energia. Esse tipo de energia vem sendo muito utilizada por exemplo, para abastecer moradias isoladas de rede elétrica, refúgios, aparelhos autônomos e produção energética de larga escala.
Desde o início de seu desenvolvimento, a energia fotovoltaica teve baixa gradual em seus custos, com aumento da eficiência e custo médio competitivo com as fontes de energia convencionais. Já ocupa o 3º lugar de energia renovável mais importante em capacidade de atuação e a nível global. Quanto ao funcionamento, a energia é produzida por partículas de sol, chamadas de FÓTONS. Esses fótons levam em torno de 8 minutos e 20 segundos para chegar a Terra. Quando atingem a célula fotovoltaica, fazem com que elétrons (que ficam em torno dos átomos) se “desprendam”. Ao se mover, esse elétron deixa um espaço vazio. Por meio de corrente elétrica, ele “caminha” até a parte da célula de silício que está com ausência de algum elétron, e assim, sucessivamente. Esses elétrons vão “caminhar” em direção constante, deixando átomos e preenchendo espaços vazios. Este fluxo é o que cria a corrente elétrica, conhecida como energia solar fotovoltaica. Essa energia é usada desde os anos 80 em alguns modelos de calculadoras. Depois, passou a ser usada em bombas d’água, telefones de emergência, sinais de trânsito, parquímetros e até sistemas remotos de vigilância. Na eletrificação rural, também já atua há algum tempo. Hoje já é utilizada para produzir energia auxiliar para barcos e automóveis, e, está em estudo num projeto chamado Solar Impulsione, dedicado ao desenvolvimento de um avião propulsionado por energia solar fotovoltaica, onde ao voar durante o dia, as células solares de suas asas carregam a bateria, permitindo que ele voe a noite.
Essa energia já é uma realidade para residências, em grandes centros urbanos. Muitos edifícios já têm seus telhados cobertos por placas fotovoltaicas, alimentando, pelo menos, as áreas comuns. Inclusive, muitos arquitetos já se especializaram em projetos sustentáveis, onde a energia fotovoltaica é o foco principal. São só benefícios para nós, para o meio ambiente e para gerações futuras.
No Brasil, a vantagem para utilizar essa instalação é ainda maior devido ao clima que só favorece.
A Cordeiro Cabos Elétricos já proporciona essa realidade aos clientes. Expandimos nossa linha de produtos, chegou o cabo Cortox Solar, produzido para aplicação em instalações fotovoltaicas. Acesse nosso site e conheça mais esse incrível produto.

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A CORDEIRO VENCE O PRÊMIO FORNECEDOR ELEKTRO

Reconhecimento é algo que vem com o tempo e muito trabalho. A Cordeiro Cabos Elétricos recebeu o grande prêmio Fornecedor Elektro, que homenageia os principais parceiros no fornecimento de produtos e serviços.
Ao atingir o equilíbrio em diversos critérios, garantimos a categorias Transformadores, Cabos e Postes no ano de 2017.
Esse momento importante em que vivemos é reflexão da dedicação de nossa e parceiro em fazer de cada momento uma oportunidade para deixar a nossa marca em eficiência e qualidade.

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A energia eólica e as soluções da Cordeiro

O Brasil é o maior produtor de energia eólica da América Latina. Esse tipo de energia já representa 50% da força elétrica em estados da região Nordeste, sendo uma das mais barata e sustentáveis.

A energia eólica vem ganhando cada vez mais espaço e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estima que até 2026 sejam gerados 200 mil novos empregos diretos e indiretos para o setor de energia elétrica.

A Cordeiro Cabos Elétricos S/A acredita em um mundo melhor e, por isso, investe em métodos sustentáveis para a fabricação de seus produtos..

Confira nossas soluções.

 

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Smart Grids e a eficiência energética

De acordo com dados da IEA (Agência Internacional de Energia), em 2030 os edifícios serão responsáveis por 31% do consumo total de energia, acima dos segmentos da indústria e dos transportes, que representará apenas 28%. Por conta disso, a necessidade de criar soluções cada vez mais inteligentes é a chave para melhorar a eficiência energética urbana.
A EPE (Empresa de Pesquisa Energética) revelou também que, até a data estipulada pela IEA, o consumo de eletricidade nos edifícios aumentará 33%, alcançando 410 TWh. Por este motivo, os EUA e alguns países alguns países da Europa, Ásia e Oriente Médio já possuem em vigor o conceito das smart grids, que são redes inteligentes de energia elétrica, ao receber investimentos de empresas de distribuição para adquirir medidores eletrônicos inteligentes, automação e em plataformas de comunicação de dados, com o objetivo de otimizar a operação de suas redes elétricas e tornar mais eficiente os seus serviços oferecidos.
Aqui no Brasil, a adesão já está acontecendo em algumas concessionárias, porém em baixa escala. Um dos grandes problemas para isto acontecer se deve ao alto custo de implantação, pois, na maioria dos casos, as empresas pretendem instalar apenas medidores inteligentes.
Para solucionar este empasse, as cidades inteligentes – ou smart cities – ganham espaço, já que para construí-las, seriam necessários diversos agentes, dividindo os investimentos e tornando o processo menos custoso até mesmo para a própria distribuidora de energia elétrica.

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CORD-NU CABOS DE ALUMINÍO

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5 vantagens de cabos subterrâneos para instalações elétricas

Você sabe quais são as principais vantagens para investir em cabos subterrâneos?
Muito mais do que uma questão meramente estética para cidades, os cabos subterrâneos trazem benefícios como eficiência, confiabilidade, segurança e principalmente sustentabilidade. Entretanto, o Brasil ainda está um pouco atrasado em relação ao histórico mundial: segundo dados do sindicato francês de profissionais do setor – o Sycabel -, 100% dos cabos de média tensão são subterrâneos na Holanda, por exemplo, enquanto outros países europeus como Reino Unido possuem 81% e Alemanha, 60%. No Brasil, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são a maior concentração de cabos subterrâneos e, ainda assim, apenas cerca de 11% são aterrados.
As vantagens desta tendência são inúmeras. Confira abaixo.
1 – Proteção contra intempéries
Diferentemente dos cabos aéreos, que ficam todos os dias expostos as condições climáticas, os cabos subterrâneos não sofrem impactos como rompimentos ou risco de incêndio.
2 – Menos riscos de queda de energia
Por serem subterrâneos, os cabos elétricos não sofrem o mesmo risco que postes de energia, por exemplo, que, por conta de certas condições climáticas, podem cair e causar a queda de energia de um bairro inteiro, além da ausência de sinal para internet, telefone, etc.
3 – Maior transmissão de energia
Por possuírem diâmetros maiores do que os aéreos – que necessitam de um limite de peso para não derrubarem os postes -, os cabos subterrâneos são capazes de transmitir mais energia em um mesmo cabo.
4 – Menor manutenção
Já que são aterrados, os cabos subterrâneos duram, em média, 25 anos e não necessitam de reparos constantes, uma vez que, diferentemente dos aéreos, não estão sujeitos ao acúmulo de poluição e exposição às intempéries.
5 – Redução de custos
Complementando o motivo acima, há uma redução de custos em manutenção, uma vez que não requer grandes equipes ou necessidade constante de outras ações drásticas, como a poda constante de árvores – um dos motivos, inclusive, pelo qual os cabos subterrâneos são mais sustentáveis.
A Cordeiro Cabos Elétricos possui o CABO SLIM CORDMT, que é um cabo de média tensão indicado para redes subterrâneas. Este cabo conta com um composto termofixo em EPR, que permite uma operação com gradientes elétricos superiores aos dos cabos convencionais. A linha de cabos de média tensão da Cordeiro Cabos Elétricos adota um processo de tríplice extrusão simultânea (semicondutora interna + isolamento de EPR + semicondutora externa) com a vulcanização feita por nitrogênio, o que garante um isolamento livre de imperfeições. As características de nossa matéria-prima contêm altos índices de pureza, são tratadas e armazenadas em um ambiente livre de partículas, garantindo a isenção total de elementos contaminantes.
Confira as especificações técnicas do CABO SLIM CORDMT e fale conosco.

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Cordeiro Cabos Elétricos participa do CINASE

A Cordeiro Cabos Elétricos terá um estande padronizado no CINASE, nos dias 8 e 10 de maio em Fortaleza, 7 a 9 de agosto em Porto Alegre e 6 a 8 de novembro no Rio de Janeiro.
O CINASE acontece há mais de oito anos e cada edição abrange mais de 500 pessoas e é um dos principais eventos do setor elétrico no país. É um evento técnico itinerante, composto por congresso e área de exposição, a fim de falar sobre as principais tecnologias elétricas.
A importância de estar em um evento reconhecido
O evento apresenta oportunidades para os profissionais da área se atualizarem tecnicamente e para as empresas mostrarem as novidades, tanto em produtos, quanto em tecnologia.
A participação da Cordeiro Cabos Elétricos no CINASE mostrará para os participantes produtos de excelência, com ótimo desempenho e qualidade. A empresa oferece uma linha completa de produtos para diferentes segmentos.
Saiba mais no site do evento: https://www.cinase.com.br/home

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Como verificar a qualidade dos cabos e fios quando realizar uma reforma?

Saber quando é necessário realizar trocas de cabos e fios é importante para evitar acidentes e manutenções que interfiram na produtividade da sua empresa. Mas, antes de entender quais são os “principais sintomas” que estes produtos apresentam, é interessante adquirir aqueles que já venham com selos que comprovem a qualidade. A Cordeiro Cabos Elétricos, por exemplo, padroniza seus processos de acordo com as normas Internacionais ABNT, e seus produtos de certificação compulsória possuem os Certificados da Marca de Conformidade do INMETRO para fios e cabos.
Além disso, a Cordeiro garante a utilização das melhores matérias-primas e cobre puro (99,99% puro), também por ser associada à Associação Brasileira pela Qualidade dos Fios e Cabos Elétricos – Qualifio, entidade que atua no monitoramento dos produtos deste segmento, bem como incentiva sua correta utilização e instalação.
Por isso, antes de comprar qualquer produto, verifique se ele possui certificados de qualidade e se a matéria prima vem de fontes confiáveis – igualmente certificadas. Mas, para melhor compreensão de como detectar quando o fio ou o cabo precisam de troca, confira nossas dicas abaixo:
#1 Cabos e Fios com más condições
Cabos e fios descascados, amassados e em estado de corrosão apresentam um perigo que requer troca urgente, uma vez que conduzirão energia elétrica, e, portanto, precisam apresentar boa qualidade. Caso contrário, comprometem a segurança da instalação como um todo.
Se você encontrar fios ou cabos em más condições, ou seja, descascados, amassados ou em estado de corrosão, é um sinal que eles precisam ser substituídos com urgência.
#2 Ligações ou desarmações frequentes de disjuntores
Quando há casos de ligações de disjuntores com maior frequência, ou quando os disjuntores se desarmam com frequência, é sinal de que é necessária uma reforma elétrica. A desarmação frequente pode ser por conta de uma instalação sobrecarregada, bem como casos de curto circuito e quedas repentinas de chave elétrica.
#3 Temperaturas elevadas
Caso os fios, tomadas e interruptores apresentem um aquecimento constante, é recomendado que você solicite a verificação de um profissional da área e realize a troca do material.
# 4 Choques e cheiros de queimado
Esses são sinais claros de que há algo errado com a instalação. Sempre necessário procurar um profissional urgente, quando verificar que há choques e principalmente cheiro de queimado, para evitar maiores acidentes.
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Rede inteligente de distribuição de energia – Smart Grids no Brasil?

Distribuição é um dos assuntos mais atuais quando falamos sobre tendências e sustentabilidade para o setor energético. Isso porque, atualmente, a distribuição é feita por uma única fonte geradora que, caso falhe, apresenta uma falta de abastecimento em toda a rede. Por isso, se torna mais prático e urgente o desenvolvimento de novas formas de distribuição que, além de tudo isso, ainda possam manter o formato de medição do consumo mais justo com o consumidor final.
Uma destas propostas é a Smart Grid – ou rede inteligente de distribuição de energia – que automatiza e oferece um maior controle para eficiência energética e qualidade de consumo de energia. A proposta é simples: diversos dispositivos são interligados, como medidores, sensores, controladores e equipamentos micro processados instalados nos sistemas elétricos; ou seja, produtos de telecomunicação se juntam à tradicional infraestrutura de rede elétrica com objetivo de controlar e supervisionar o sistema.
Isso significa que, se uma pane ocorrer, por exemplo, a empresa geradora de energia sabe exatamente onde aconteceu a queda e em pouco tempo pode solucionar o problema.
Por mais que tenham vantagens óbvias, no Brasil ainda é um desafio. Primeiramente, porque há a dificuldade em evoluir drasticamente o setor de distribuição de energia. O modelo brasileiro não possui um sistema verticalizado, então separa geração, transmissão e distribuição. Além disso, não há investimento o suficiente para este setor, uma vez que para isso, uma das medidas seria aumentar as tarifas para o consumidor. Sem contar com a necessidade de criar novas possibilidades de obter receitas para sustentar este financiamento e, claro, da quantidade de medidores analógicos existentes no país.
De acordo com a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) há aproximadamente 65 milhões de medidores analógicos e a regulação dos modelos digitais ainda nem saiu do papel, mas a previsão é que isso mude em uma década.

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Qualidade X Qualificação

O cenário do setor energético é desafiador, mas ainda mais é a falta de qualificação profissional nesta área.
Coloque em foco o seguinte cenário: crise econômica e, consequentemente, baixa demanda pelo principal insumo do seu setor, seca na região onde está localizado o reservatório que constitui 61,2% da matriz brasileira e leilões para projetos de cancelamento de usinas com energias renováveis.
Em contrapartida, no ano de 2016 – que foi o início de todo este quadro crítico – foram instaladas mais de 80 usinas eólicas que geraram mais de 30 mil postos de trabalho, recebendo um investimento que recolocou o país na lista dos que mais investem em energias renováveis no mundo. Em 2017 estas fontes corresponderam a um total de 43,8% na matriz energética do Brasil.
Ou seja, investir em energias sustentáveis no país não é um problema, e, apesar de muitos especialistas apontarem dificuldades em relação ao financiamento para novos projetos de parques, a principal demanda é de mão de obra qualificada principalmente para manutenção e instalação de geradores – uma vez que as estruturas de manutenção de operação permanecem ativas mesmo sem novos negócios no setor.
Mesmo que haja um movimento nos últimos anos para formar profissionais na área, os principais polos onde estão localizadas empresas do setor de energia carecem de profissionais qualificados. A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estima que até o ano de 2026 sejam gerados 200 mil novos empregos diretos e indiretos para o setor de energia eólica, o que exemplifica a necessidade de qualificação para este mercado.
Para ilustrar a grande demanda, só na fase de projeto, por exemplo, são necessários 11 tipos de profissionais e, entre manufatura, construção e operação são mais de 34 especializações diferentes. Ou seja, se especializar na área, independente do grau de formação – e principalmente nos mais altos, é a chance de ser bem alocado em um mercado de trabalho que tem grandes expectativas de crescimento no Brasil.

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