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agosto 1, 2017

MAIS UMA VEZ VENCEDORA DO PRÊMIO FORNECEDORES CEMIG 2017.

A conquista do Prêmio Fornecedores CEMIG é um reconhecimento aos fornecedores de serviços com melhor desempenho, em suas categorias, segundo o Índice de Qualidade de Serviços Contratados ou por indicador equivalente estipulado pela área gestora do contrato, sendo elegíveis aqueles com desempenho igual ou superior a 80%.
A cerimônia que ocorreu no dia 12 de julho, teve como objetivo premiar e valorizar a relação de confiança da Cemig com os seus fornecedores para incentivar a busca pela melhoria continua dos processos para o alcance da excelência em fornecimento.
A Cordeiro Cabos Elétricos fornece para a CEMIG desde a década de 90 e continua na busca constante por melhorias na prestação de serviços que superem as expectativas. Para acompanhar essas e outras novidades, continue nos seguindo nas redes sociais.

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outubro 18, 2019

Eficiência Energética na Construção Civil

Você sabe o que precisa para criar um projeto seguro e com maior eficiência energética em construções civis, como prédios residenciais e comerciais? Cabos isentos de halogênios. Sem dúvida, são a melhor escolha, principalmente para proteger os prédios de possíveis situações de incêndio, uma vez que quando não são isentos de halogênio, podem intoxicar e transformar a fumaça ainda mais densa, causando um mal ainda maior às pessoas.
Por isso, cabos elétricos livres de halogênio são a melhor solução. Condutores com esta proposta trazem os seguintes benefícios:
#1 Menor emissão de gases
A fumaça do fogo já é tóxica o bastante. Cabos isentos de halogênios previnem que, em situações de incêndio em estruturas fechadas, seus componentes não liberem toxinas altamente prejudiciais à saúde e que se acumulam por conta da falta de saídas de ar.
#2 Maior segurança
Cabos isentos de halogênio nos quais a matéria prima do isolante é feita de cloro, garantem a não propagação de chamas e autoextinção do fogo, o que preserva a conservação dos bens do imóvel em casos de incêndio.
#3 Instalação conforme as normas
Os cabos isentos de halogênio da Cordeiro Cabos Elétricos são desenvolvidos com alta flexibilidade e resistência, o que facilita a instalação como um todo. Além disso, obedecem a norma ABNT-NBR 13248.
A Cordeiro Cabos Elétricos possui a sua linha livres de halogênios, apresentando o Cabo Cortox. Produzimos essa linha nas tensões 750 V e (0,6/1 kV), nas seções 1,5 a 630 mm² (singelos) e 2×1,5 mm² a 4×120 mm² (múltiplos), com composto termofixo HEPR 90°C.
Confira as demais especificações.

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outubro 18, 2019

Rede inteligente de distribuição de energia – Smart Grids no Brasil?

Distribuição é um dos assuntos mais atuais quando falamos sobre tendências e sustentabilidade para o setor energético. Isso porque, atualmente, a distribuição é feita por uma única fonte geradora que, caso falhe, apresenta uma falta de abastecimento em toda a rede. Por isso, se torna mais prático e urgente o desenvolvimento de novas formas de distribuição que, além de tudo isso, ainda possam manter o formato de medição do consumo mais justo com o consumidor final.
Uma destas propostas é a Smart Grid – ou rede inteligente de distribuição de energia – que automatiza e oferece um maior controle para eficiência energética e qualidade de consumo de energia. A proposta é simples: diversos dispositivos são interligados, como medidores, sensores, controladores e equipamentos micro processados instalados nos sistemas elétricos; ou seja, produtos de telecomunicação se juntam à tradicional infraestrutura de rede elétrica com objetivo de controlar e supervisionar o sistema.
Isso significa que, se uma pane ocorrer, por exemplo, a empresa geradora de energia sabe exatamente onde aconteceu a queda e em pouco tempo pode solucionar o problema.
Por mais que tenham vantagens óbvias, no Brasil ainda é um desafio. Primeiramente, porque há a dificuldade em evoluir drasticamente o setor de distribuição de energia. O modelo brasileiro não possui um sistema verticalizado, então separa geração, transmissão e distribuição. Além disso, não há investimento o suficiente para este setor, uma vez que para isso, uma das medidas seria aumentar as tarifas para o consumidor. Sem contar com a necessidade de criar novas possibilidades de obter receitas para sustentar este financiamento e, claro, da quantidade de medidores analógicos existentes no país.
De acordo com a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) há aproximadamente 65 milhões de medidores analógicos e a regulação dos modelos digitais ainda nem saiu do papel, mas a previsão é que isso mude em uma década.

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setembro 24, 2019

Sustentabilidade para o setor de energia – a grande aposta do século XXI

Um dos grandes desafios do setor de energia é estar de acordo com a sustentabilidade, uma vez que, além das vantagens econômicas, há a questão do combate ao aquecimento global e a crescente necessidade da busca por fontes alternativas de energia.
Diante deste cenário, o Brasil se destaca por apresentar 42,3% de sua matriz energética como fontes renováveis, com uma estimativa de elevar para 85% em 2021, de acordo com o Ministério de Minas e Energia. Em países industrializados, esse tipo de fonte corresponde a apenas 13% da energia produzida, enquanto nações em desenvolvimento apresentam apenas 6%. Por conta disso, o governo brasileiro, por meio do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2020, assumiu que, em prol do crescimento econômico do país, a sustentabilidade é a chave para a expansão de atividades de geração de energia elétrica.
A estratégia para isto se baseia principalmente nas negociações internacionais sobre mudanças climáticas, já discutidas na COP-15, que instituiu a Política Nacional sobre Mudança do Clima. Quanto a isto, estabeleceu-se a meta de redução de até 38,9% das emissões de gases de efeito estufa, projetadas para 2020. De acordo com a PDE, para alcançar este objetivo será preciso aumentar a eficiência energética no incremento do parque instalado de hidroeletricidade e fontes alternativas de energia elétrica – incluindo as PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), além de avaliar áreas de expansão da cana necessárias para o aumento do volume de biocombustíveis e diminuição dos combustíveis fósseis.
As apostas são grandes: a Eletrobras está disposta a vender 59 projetos de geração eólica, atraindo interesse da Shell, que investirá um total de US$ 1,5 bilhão nos próximos anos. O governo federal, em 2015 já havia lançado o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD), com o objetivo de que, até 2030, o Brasil gere energia equivalente a metade da hidrelétrica de Itaipu – cerca de 48 milhões de megawatts-hora, por meio de painéis solares instalados em casas, prédios públicos e empresas.

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