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Rede inteligente de distribuição de energia – Smart Grids no Brasil?

Distribuição é um dos assuntos mais atuais quando falamos sobre tendências e sustentabilidade para o setor energético. Isso porque, atualmente, a distribuição é feita por uma única fonte geradora que, caso falhe, apresenta uma falta de abastecimento em toda a rede. Por isso, se torna mais prático e urgente o desenvolvimento de novas formas de distribuição que, além de tudo isso, ainda possam manter o formato de medição do consumo mais justo com o consumidor final.
Uma destas propostas é a Smart Grid – ou rede inteligente de distribuição de energia – que automatiza e oferece um maior controle para eficiência energética e qualidade de consumo de energia. A proposta é simples: diversos dispositivos são interligados, como medidores, sensores, controladores e equipamentos micro processados instalados nos sistemas elétricos; ou seja, produtos de telecomunicação se juntam à tradicional infraestrutura de rede elétrica com objetivo de controlar e supervisionar o sistema.
Isso significa que, se uma pane ocorrer, por exemplo, a empresa geradora de energia sabe exatamente onde aconteceu a queda e em pouco tempo pode solucionar o problema.
Por mais que tenham vantagens óbvias, no Brasil ainda é um desafio. Primeiramente, porque há a dificuldade em evoluir drasticamente o setor de distribuição de energia. O modelo brasileiro não possui um sistema verticalizado, então separa geração, transmissão e distribuição. Além disso, não há investimento o suficiente para este setor, uma vez que para isso, uma das medidas seria aumentar as tarifas para o consumidor. Sem contar com a necessidade de criar novas possibilidades de obter receitas para sustentar este financiamento e, claro, da quantidade de medidores analógicos existentes no país.
De acordo com a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) há aproximadamente 65 milhões de medidores analógicos e a regulação dos modelos digitais ainda nem saiu do papel, mas a previsão é que isso mude em uma década.

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Sustentabilidade para o setor de energia – a grande aposta do século XXI

Um dos grandes desafios do setor de energia é estar de acordo com a sustentabilidade, uma vez que, além das vantagens econômicas, há a questão do combate ao aquecimento global e a crescente necessidade da busca por fontes alternativas de energia.
Diante deste cenário, o Brasil se destaca por apresentar 42,3% de sua matriz energética como fontes renováveis, com uma estimativa de elevar para 85% em 2021, de acordo com o Ministério de Minas e Energia. Em países industrializados, esse tipo de fonte corresponde a apenas 13% da energia produzida, enquanto nações em desenvolvimento apresentam apenas 6%. Por conta disso, o governo brasileiro, por meio do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2020, assumiu que, em prol do crescimento econômico do país, a sustentabilidade é a chave para a expansão de atividades de geração de energia elétrica.
A estratégia para isto se baseia principalmente nas negociações internacionais sobre mudanças climáticas, já discutidas na COP-15, que instituiu a Política Nacional sobre Mudança do Clima. Quanto a isto, estabeleceu-se a meta de redução de até 38,9% das emissões de gases de efeito estufa, projetadas para 2020. De acordo com a PDE, para alcançar este objetivo será preciso aumentar a eficiência energética no incremento do parque instalado de hidroeletricidade e fontes alternativas de energia elétrica – incluindo as PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), além de avaliar áreas de expansão da cana necessárias para o aumento do volume de biocombustíveis e diminuição dos combustíveis fósseis.
As apostas são grandes: a Eletrobras está disposta a vender 59 projetos de geração eólica, atraindo interesse da Shell, que investirá um total de US$ 1,5 bilhão nos próximos anos. O governo federal, em 2015 já havia lançado o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica (ProGD), com o objetivo de que, até 2030, o Brasil gere energia equivalente a metade da hidrelétrica de Itaipu – cerca de 48 milhões de megawatts-hora, por meio de painéis solares instalados em casas, prédios públicos e empresas.

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Como verificar a qualidade dos cabos e fios quando realizar uma reforma?

Saber quando é necessário realizar trocas de cabos e fios é importante para evitar acidentes e manutenções que interfiram na produtividade da sua empresa. Mas, antes de entender quais são os “principais sintomas” que estes produtos apresentam, é interessante adquirir aqueles que já venham com selos que comprovem a qualidade. A Cordeiro Cabos Elétricos, por exemplo, padroniza seus processos de acordo com as normas Internacionais ABNT, e seus produtos de certificação compulsória possuem os Certificados da Marca de Conformidade do INMETRO para fios e cabos.
Além disso, a Cordeiro garante a utilização das melhores matérias-primas e cobre puro (99,99% puro), também por ser associada à Associação Brasileira pela Qualidade dos Fios e Cabos Elétricos – Qualifio, entidade que atua no monitoramento dos produtos deste segmento, bem como incentiva sua correta utilização e instalação.
Por isso, antes de comprar qualquer produto, verifique se ele possui certificados de qualidade e se a matéria prima vem de fontes confiáveis – igualmente certificadas. Mas, para melhor compreensão de como detectar quando o fio ou o cabo precisam de troca, confira nossas dicas abaixo:
#1 Cabos e Fios com más condições
Cabos e fios descascados, amassados e em estado de corrosão apresentam um perigo que requer troca urgente, uma vez que conduzirão energia elétrica, e, portanto, precisam apresentar boa qualidade. Caso contrário, comprometem a segurança da instalação como um todo.
Se você encontrar fios ou cabos em más condições, ou seja, descascados, amassados ou em estado de corrosão, é um sinal que eles precisam ser substituídos com urgência.
#2 Ligações ou desarmações frequentes de disjuntores
Quando há casos de ligações de disjuntores com maior frequência, ou quando os disjuntores se desarmam com frequência, é sinal de que é necessária uma reforma elétrica. A desarmação frequente pode ser por conta de uma instalação sobrecarregada, bem como casos de curto circuito e quedas repentinas de chave elétrica.
#3 Temperaturas elevadas
Caso os fios, tomadas e interruptores apresentem um aquecimento constante, é recomendado que você solicite a verificação de um profissional da área e realize a troca do material.
# 4 Choques e cheiros de queimado
Esses são sinais claros de que há algo errado com a instalação. Sempre necessário procurar um profissional urgente, quando verificar que há choques e principalmente cheiro de queimado, para evitar maiores acidentes.
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Cabos Elétricos de Cobre NU

Para instalações elétricas de baixa tensão, sistemas de aterramento ou transmissão de energia, o ideal são fios de cobre eletrolítico NU. A Cordeiro Cabos Elétricos desenvolve cabos de cobre com têmpera meio dura, e com classes de encordoamento 2A e 3A.
Recomendado para ser empregado também em linhas aéreas para transmissão e distribuição de energia elétrica e sistema, o cabo de cobre NU segue uma série de normas que norteiam o nosso sistema de qualidade e garantem que os nossos cabos façam parte dos melhores do mercado.
Recentemente, a ABNT passou a exigir a NBR 6524, uma especificação que padroniza a fabricação fios condutores em cobre NU e dentre eles a mais recente revisão exige o seguinte padrão:

  • Formação de sete fios: no momento de aquisição do cabo é importante verificar se o mesmo é formado por sete fios. Caso contrário o cabo não é considerado um bom item para utilização.
  • Existem cabos de cobre nu com 19, 37 e 61 fios.
  • Uma fita gravada com a identificação da empresa: esta é uma exigência desta nova revisão da NBR 6524 que começou a ser aplicada somente em outubro de 2017. A partir de agora todos os cabos de cobre NU devem estar devidamente nomeados e passam a ser qualificados como cabos de excelente qualidade. Já os que não seguirem tais especificações serão considerados como cabos desbitolados.

Vale ressaltar que a Cordeiro é uma das primeiras empresas do segmento a aderir a esta normatização na produção de seus cabos de cobre NU.
Confira os cabos elétricos de cobre NU da Cordeiro.

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5 vantagens de cabos subterrâneos para instalações elétricas

Você sabe quais são as principais vantagens para investir em cabos subterrâneos?
Muito mais do que uma questão meramente estética para cidades, os cabos subterrâneos trazem benefícios como eficiência, confiabilidade, segurança e principalmente sustentabilidade. Entretanto, o Brasil ainda está um pouco atrasado em relação ao histórico mundial: segundo dados do sindicato francês de profissionais do setor – o Sycabel -, 100% dos cabos de média tensão são subterrâneos na Holanda, por exemplo, enquanto outros países europeus como Reino Unido possuem 81% e Alemanha, 60%. No Brasil, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são a maior concentração de cabos subterrâneos e, ainda assim, apenas cerca de 11% são aterrados.
As vantagens desta tendência são inúmeras. Confira abaixo.
1 – Proteção contra intempéries
Diferentemente dos cabos aéreos, que ficam todos os dias expostos as condições climáticas, os cabos subterrâneos não sofrem impactos como rompimentos ou risco de incêndio.
2 – Menos riscos de queda de energia
Por serem subterrâneos, os cabos elétricos não sofrem o mesmo risco que postes de energia, por exemplo, que, por conta de certas condições climáticas, podem cair e causar a queda de energia de um bairro inteiro, além da ausência de sinal para internet, telefone, etc.
3 – Maior transmissão de energia
Por possuírem diâmetros maiores do que os aéreos – que necessitam de um limite de peso para não derrubarem os postes -, os cabos subterrâneos são capazes de transmitir mais energia em um mesmo cabo.
4 – Menor manutenção
Já que são aterrados, os cabos subterrâneos duram, em média, 25 anos e não necessitam de reparos constantes, uma vez que, diferentemente dos aéreos, não estão sujeitos ao acúmulo de poluição e exposição às intempéries.
5 – Redução de custos
Complementando o motivo acima, há uma redução de custos em manutenção, uma vez que não requer grandes equipes ou necessidade constante de outras ações drásticas, como a poda constante de árvores – um dos motivos, inclusive, pelo qual os cabos subterrâneos são mais sustentáveis.
A Cordeiro Cabos Elétricos possui o CABO SLIM CORDMT, que é um cabo de média tensão indicado para redes subterrâneas. Este cabo conta com um composto termofixo em EPR, que permite uma operação com gradientes elétricos superiores aos dos cabos convencionais. A linha de cabos de média tensão da Cordeiro Cabos Elétricos adota um processo de tríplice extrusão simultânea (semicondutora interna + isolamento de EPR + semicondutora externa) com a vulcanização feita por nitrogênio, o que garante um isolamento livre de imperfeições. As características de nossa matéria-prima contêm altos índices de pureza, são tratadas e armazenadas em um ambiente livre de partículas, garantindo a isenção total de elementos contaminantes.
Confira as especificações técnicas do CABO SLIM CORDMT e fale conosco.

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Os principais desafios para o setor de energia em 2019

Para o mercado de energia, os dados representam grandes avanços: atualmente, fontes renováveis atingem o marco de 86% da matriz elétrica brasileira, sendo que a hidrelétrica representa 80% e eólicas e fotovoltaica 5%.

 

 

Com a população atingindo mais de 200 milhões de habitantes só em março do ano passo, segundo o IBGE, temos dados do Boletim Técnico – Carga e Mercado – Síntese 2017 que demonstram uma geração média de 65.585 MW, representando um crescimento de 1,5% no ano. Por conta disso, será necessário um setor muito mais dinâmico e em expansão nos próximos anos para acompanhar o crescimento do país. .

 

Já em termos regulatórios, a criação da Agência Nacional de Mineração veio com regras de fiscalização e normatização desafiadoras, mas espera-se que empresas aproveitem o avanço regulatório, com o aperfeiçoamento das tecnologias, custo decrescente da digitalização e a maior conectividade de dispositivos para melhorar a competitividade e ampliar os diferenciais das empresas no setor.
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